| "esquecemos tanto que è sempre ver, nunca rever." (citação retirada do livro "o homem que amava rapazes" de denílson lopes, editora aeroplano, 2002, rio de janeiro) a instalação hotel solidão consiste em dois cubos, um dentro do outro, com suas paredes cobertas de espelhos. entrando no espaço, o expectador descobre, aparentemente, infinitos corredores e passagens refletidas, diversas camadas multiplicando a sua imagem e o entorno. o segundo e menor cubo, apresenta ao visitante uma modificação, ele e coberto com espelhos "one way" (tipo de espelho usado para monitorar). consequentemente, isso permite ao expectador ver através do espelho e observar os visitantes que passam pelos corredores do primeiro e grande espaço de espelhos. adicionalmente, microfones escondidos transmitem as vozes do espaço interior para o exterior, sugerindo uma interação e troca de percepção para os visitantes. a questão central do trabalho e a relaçao entre o individuo, o outro e o espaço. o titulo refere-se ao hotel como fenômeno contemporâneo de passagem e de identidades transitórias. |
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